sexta-feira, 4 de novembro de 2011


História da Cruz da JMJ

A Cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, muitos a chamam de Cruz dos Jovens porque ela foi entregue pelo papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.

A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião:

“Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção”. (Sua Santidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 2004).

Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Levaram a cruz ao Centro São Lourenço, que se converteria em sua morada habitual durante os períodos em que ela não estivesse peregrinando pelo mundo.

Desde 1984, a Cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e agora na Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude. Em 1994 a Cruz começou um compromisso que, desde então, se tornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do pais sede de cada JMJ internacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento.


O Ícone de Nossa Senhora

Em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a Cruz da JMJ: o Ícone de Nossa Senhora, “Salus Populi Romani”, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no ocidente, Santa Maria Maior.

“Hoje eu confio a vocês... o Ícone de Maria. De agora em diante ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a Cruz. Contemplem a sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o Apóstolo João, a acolhe-la em suas vidas” (Roma, 18ª Jornada Mundial da Juventude, 2003)

Fonte: www.jmjbrasil.com.br

terça-feira, 12 de julho de 2011


Nova unção, tempo novo, chuva da primavera.

Essas são palavras que vem sendo presente dentro da RCC, é o Senhor que deseja nos amadurecer, fazer com que essa árvore que cresceu, e é sombra para muitos, começa a desenvolver seus frutos, que são saborosos, frutos - pessoas- conscientes da missão e do chamado que Deus faz.
E para que vivamos essa missão é necessário depois da chuva do outono que já caiu e a semente que se encontrava na terra cresce-se, então, agora para esse momento é preciso esta chuva da primavera, e Deus está sim, derramando a chuva por ver a necessidade do seu povo, como este projeto sentinela da manhã que é um projeto de vida para esse frutos, os frutos que precisam se desenvolver para viver esse novo tempo, o tempo da graça, para ir a terra que o Senhor nos dará e fará com que recolhamos o trigo o vinho e o óleo.

quarta-feira, 8 de junho de 2011


Por que Sentinela?


Sentinela é aquele que vela, que guarda, que está atento.
Quando a Igreja convoca a juventude a ser sentinela da manhã, é colocando nas mão dos jovens um projeto de vida ousado, desafiador, revolucionário e necessário nos tempos de hoje, um projeto que leva a refletir que é preciso está atentos e vigilantes, que ser jovem não é ser irresponsável, mais sim portadores e anunciadores da verdade e construtores do amanhã.


No livro de I Crônicas 9,26 nos diz: "os quartos chefes dos porteiros, que eram levitas, ficaram constantemente em função, tendo ainda que vigiar os depósitos e os tesouros da casa Deus". A juventude é chamada a ser vigia dos tesouros da casa Deus, que são:fé, doutrina católica, a palavra de Deus, Eucaristia, santidade, entre outros.


Que esse tema enquite a juventude brasileira, para SER SENTINELA, aquele que não se cansa, que não para de lutar, que vigia e que guarda.